A Repsol anunciou um acordo de colaboração com o Autódromo Internacional do Algarve (AIA), circuito escolhido para receber a abertura do Campeonato do Mundo de MotoGP, em 2023.
Esta parceria estratégica estará em vigor até 2027, e tem como objetivo aprofundar as relações de parceria entre a multienergética e o AIA, por forma a potenciar vantagens e regalias para ambas as instituições. Desta forma, a presença institucional da Repsol será assim reforçada durante as provas motorizadas a decorrer no AIA, durante o período acordado.
“As duas entidades pretendem, assim, trabalhar em conjunto para liderar a transição energética numa perspetiva sustentável, assegurando a presença de combustíveis mais eficientes e de última geração, em corridas de alto nível, e garantindo o máximo desempenho e eficiência energética, enquanto minimizam as emissões de CO2”, explica a Repsol em comunicado.
A Repsol explica que está a desenvolver diferentes soluções com baixa pegada de carbono em todos os âmbitos da mobilidade, incluindo o da alta competição. A multienergética tem vindo a trabalhar no desenvolvimento de combustíveis renováveis para os tornar uma alternativa para complementar outras formas de descarbonização da mobilidade, tais como a eletrificação ou o hidrogénio renovável.
Para a próxima temporada, 2024, a Repsol vai apresentar um novo tipo de combustível proveniente de fontes renováveis, como os resíduos orgânico. Isto ajudará a fazer cumprir o compromisso assumido pela Dorna e pela FIM, em que os combustíveis de MotoGP terão de ser pelo menos 40% de combustíveis não fósseis até 2024 e 100% até 2027.
A Repsol sublinha ainda que durante a primeira metade de 2023, vai iniciar a primeira fábrica de biocombustíveis avançada de Espanha em Cartagena, que produzirá 250.000 toneladas de combustíveis renováveis a partir de resíduos.




