O ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, arranca esta terça-feira o programa de percursos temáticos designado como “Cultura que somos”, que pretende dar a conhecer as ações, aspirações e dinâmicas que constituem a realidade cultural portuguesa.
A iniciativa, que abrange o território nacional, organiza-se em torno de um tema mensal, podendo decorrer em dias consecutivos ou alternados. Pretende-se fomentar a proximidade e o diálogo, no terreno, com pessoas e entidades ativas no contexto da cultura e das artes. A diversidade é um conceito orientador do programa, que vai contemplar agentes culturais, estruturas e criadores de diversas expressões, vocacionados para diferentes públicos.
O programa tem o seu início em Lisboa, dedicado ao tema Cultura Urbana. Outubro manter-se-á sob o signo da Cultura Urbana, mas tendo como cenário o Grande Porto. De novembro a abril, os temas a abordar são Cultura para a inclusão, Desenvolvimento Local, Arte contemporânea em rede, Indústrias Criativas, Comunicação Social Regional e Local e Cineclubes.
Pedro Adão e Silva vai conhecer esta terça-feira projetos dedicados à Cultura Urbana nas zonas de Marvila, Chelas, Cova da Moura, Queluz, Mem Martins e Cascais, nomeadamente o projeto Bairros no Festival Iminente, a Associação AMPAC do Portugal Novo, onde ensaiam as batucadeiras das Olaias, o Studio Kova M., o espaço Kriativu ou a iniciativa Chelas é o Sítio, promovida pelo rapper Sam the Kid.





