Ucrânia: EUA salientam “sucesso demonstrado” das forças de Kiev contra a Rússia

O Secretário da Defesa dos Estados Unidos destacou esta quinta-feira o “sucesso demonstrado” das forças ucranianas na guerra contra a Rússia e afirmou que as armas e equipamentos enviados pelo Ocidente tem permitido à Ucrânia “resistir ao massacre contínuo da Rússia”.

Filipe Pimentel Rações

O Secretário da Defesa dos Estados Unidos destacou esta quinta-feira o “sucesso demonstrado” das forças ucranianas na guerra contra a Rússia e afirmou que as armas e equipamentos enviados pelo Ocidente tem permitido à Ucrânia “resistir ao massacre contínuo da Rússia”.

As declarações de Lloyd Austin chegam numa altura em que o Secretário de Estado, Anthony Blinken, está de visita à Ucrânia para entregar mais um pacote de assistência financeira e militar, no valor de dois mil milhões de dólares.

O responsável da Defesa sublinha que, apesar de a Rússia continuar a lançar ataques sobre território ucraniano, “agora vemos o sucesso demonstrado dos nossos esforços comuns no campo de batalha”.

Sugerindo que a guerra não deverá terminar em breve, Austin aponta que a coligação de países que se encontram ao lado de Kiev “deve posicionar-se de forma a apoiar os bravos defensores da Ucrânia no longo prazo”.

“Isso significa um fluxo de capacidades continuado e determinado”, adianta.

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Perante a audiência de membros do chamado Grupo de Contacto para a Defesa da Ucrânia, que se realizou hoje em Berlim, na Alemanha, o titular da Defesa norte-americana avançou que seria entregue mais um pacote de ajuda à Ucrânia, esse avaliado em 675 milhões de dólares, incluindo tanques, foguetes e munições de artilharia.

Desde que a guerra começou a 24 de fevereiro passado, os EUA já forneceram à Ucrânia um apoio total de mais de 10 mil milhões de dólares.

Relata a ‘Reuters’ que Washington está ciente de que a Rússia espera que a unidade ocidental venha a sofrer uma dura prova de fogo durante os meses mais frios do ano, numa altura em que a Europa se prepara para fazer frente a um inverno pautado pela incerteza energética, fruto dos cortes no abastecimento de gás russo ao ‘velho continente’.

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“O nosso apoio ao direito inalienável da Ucrânia para se defender não vacila por causa de algum percalço”, diz Austin, acrescentando que “à medida que a guerra evolui, também nós temos de evoluir”.

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