O ex-ministro da Economia, Manuel Pinho, enviou um requerimento aos serviços prisionais, para que o raio de ação da sua pulseira eletrónica seja alargado, avança o ‘Correio da Manhã’ (CM).
Segundo a mesma publicação, o pedido visa a possibilidade de Manuel Pinho cuidar da sua horta, onde realiza uma agricultura de subsistência, e consta do processo EDP/CMEC, em que é suspeito de crimes de corrupção, fraude fiscal e branqueamento de capitais.
Manuel Pinho está, desde fevereiro deste ano, a cumprir a medida de coação de prisão domiciliária na Quinta do Assento, em Gondizalves, em Braga, numa área de 1,3 hectares, mas ao que parece isso não chega para o ex-ministro tratar da sua horta.
No pedido, a que o jornal teve acesso, lê-se que Pinho tem uma horta dentro da quinta, “onde pratica uma agricultura de subsistência”, mas a sua localização fica fora do raio de ação da pulseira eletrónica.
Por esse motivo, o arguido solicita aos serviços prisionais que adaptem a vigilância eletrónica ao perímetro que contemple a horta onde o ex-ministro faz agricultura, alargando assim o raio de ação da pulseira eletrónica.














