Argentina já não tem notas com valor para combater inflação. Banco Central lança nota de 2.000 pesos

A inflação afeta todos os países de forma diferente. Na Argentina já não existiam notas com valor suficiente para fazer face ao aumento galopante dos últimos meses, assim, o Banco Central do país criou uma nova nota, 2.000 pesos.

Beatriz Cavaca

A inflação afeta todos os países de forma diferente. Na Argentina já não existiam notas com valor suficiente para fazer face ao aumento galopante dos últimos meses, assim, o Banco Central do país criou uma nova nota, 2.000 pesos.

A nova nota vai valer cerca de 9,8 euros e passa a existir depois dos preços no país subirem quase 95% até ao final de dezembro. Este é o ritmo mais rápido da inflação desde 1991.



Até agora a nota mais alta da Argentina era a nota de 1.000 pesos (4,88 euros).

Em comunicado, o regulador argentino (BCRA) sublinha que a nota irá “comemorar o desenvolvimento da ciência e da medicina na Argentina” e vai contar com os retratos dos médicos Cecilia Grierson e Ramón Carrillo num dos lados e o Instituto Nacional de Microbiologia Dr. Carlos G. Malbrán no outro. Não se sabe ainda quando a nova nota vai entrar em circulação.

“O Conselho de Administração do BCRA aprovou a emissão de uma nova nota de 2.000 pesos que comemora o desenvolvimento da ciência e da medicina na Argentina e que contará com o Instituto Malbrán, a Dra. Cecilia Grierson e o Dr. Ramón Carrillo”, escreve o organismo no Twitter.

Criar uma moeda única entre Brasil e Argentina seria uma “tarefa hercúlea que levaria muitos, muitos anos”, considera a Ebury

 

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