Tiroteio nos EUA leva a quebra no Twitter e Facebook

O governo dos Estados Unidos da América tem feito cada vez mais pressão para as redes sociais controlarem os seus utilizadores.

Filipa Almeida

Donald Trump pediu às autoridades federais para trabalharem com o Twitter e o Facebook no sentido de tentar identificar pessoas cujas publicações nas redes sociais pudessem indicar a possibilidade de levarem a cabo um assassinato em massa. Apesar de não ter sido imposta nenhuma regulação específica, o governo dos Estados Unidos da América tem feito cada vez mais pressão para companhias como estas controlarem melhor o que os seus utilizadores publicam online.

Os tiroteios do passado fim-de-semana vieram intensificar esta sensação de escrutínio, levando o presidente dos Estados Unidos a reforçar a necessidade de colaboração entre governo e redes sociais. Segundo indica a Bloomberg, o responsável pela morte de 20 pessoas no centro comercial de El Paso tinha publicado conteúdos anti-imigração antes do ataque.



A mesma agência noticiosa indica que, na sequência dos tiroteios e das declarações de Donald Trump, tanto o Twitter como o Facebook viram o valor das suas acções cair. No caso do Twitter, as acções recuaram 6,3%. O Facebook, por seu turno, registou uma quebra de 4%.

Também as acções referentes a videojogos caíram depois de Donald Trump ter acusado esta forma de entretenimento de causar de violência.

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