Avaliação bancária na habitação subiu para 1.417 euros por metro quadrado em julho, revela INE

O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou esta terça-feira que o valor mediano de avaliação bancária na habitação foi de 1.417 euros por metro quadrado em julho, uma subida de 10 euros face ao observado no mês precedente.

Mariana da Silva Godinho
Agosto 30, 2022
11:06

O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou esta terça-feira que o valor mediano de avaliação bancária na habitação foi de 1.417 euros por metro quadrado em julho, uma subida de 10 euros face ao observado no mês precedente.

Os dados dão ainda conta de que o maior aumento face ao mês anterior registou-se na Região Autónoma dos Açores (1,9%) e o menor no Alentejo (0,2%).



Em termos homólogos, a taxa de variação fixou-se em 16,1%, em comparação com 15,8% em junho, sendo que a variação mais intensa foi no Algarve (18,7%) e a menos intensa na Região Autónoma dos Açores (8,1%).

O número de avaliações bancárias consideradas ascendeu a cerca de 29 mil, menos 6,0% que no mesmo período do ano anterior.

Fonte: INE

 

No que toca aos apartamentos, no mês em análise, o valor mediano de avaliação bancária foi 1 575 euros/m2, tendo aumentado 16,7% relativamente a julho de 2021.

“Os valores mais elevados foram observados no Algarve (1 887 euros/m2) e na Área Metropolitana de Lisboa (1 881 euros/m2), tendo o Alentejo registado o valor mais baixo (1 008 euros/m2). O Algarve apresentou o crescimento homólogo mais expressivo (17,9%), tendo a Região Autónoma da Madeira apresentado o menor (11,5%)”, explica o INE.

Já nas moradias, o valor mediano da avaliação bancária foi de 1 129 euros/m2 em julho, o que representa um acréscimo de 13,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

“Os valores mais elevados observaram-se no Algarve (1 994 euros/m2) e na Área Metropolitana de Lisboa (1 897 euros/m2), tendo o Alentejo e o Centro registado os valores mais baixos(911 euros/m2 e 912 euros/m2, respetivamente). O Algarve apresentou o maior crescimento homólogo (22,5%) e o menor ocorreu na Região Autónoma dos Açores (8,3%).”

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