Quem são os CEO mais bem pagos do ranking Fortune 500?

O site ‘Fortune’ divulgou a 68ª edição do ranking “Fortune 500”, que conta com as maiores empresas norte-americanas, e fez uma análise daqueles que considera os CEOs mais bem pagos, analisando o registo salarial e o desempenho de cada um.

Mariana da Silva Godinho

O site ‘Fortune’ divulgou a 68ª edição do ranking “Fortune 500”, que conta com as maiores empresas norte-americanas, e fez uma análise daqueles que considera os CEOs mais bem pagos, analisando o registo salarial e o desempenho de cada um.

– Dexter Goei da Altice USA: apesar de não ser o mais bem pago da lista, é o que ocupa o primeiro lugar tendo em conta que as ações da empresa têm tido um desempenho muito abaixo do esperado, para além de ter perdido milhares de assinantes residenciais em 2021. A compensação média de 3 anos do executivo foi de cerca de 16,1 milhões de dólares (cerca de 15 milhões de euros).



– David Zaslav da Warner Bros. Discovery: é um executivo que aparece muitas vezes nas listas dos CEO mais bem pagos, mas nos últimos três anos as ações têm registado um desempenho muito inferior face às restantes da indústria. A compensação média de 3 anos do executivo foi de cerca de 62,7 milhões de dólares (cerca de 58 milhões de euros)

– Michel Vounatsos da Biogen: apesar de já ter sido anunciado que vai abandonar o cargo, depois do lançamento controverso do medicamento para o Alzheimer da Biogen, o Aduhelm, ainda recolheu bónus em 2021. A compensação média de 3 anos do executivo foi de cerca de 13,4 milhões de dólares (cerca de 12,5 milhões de euros).

– John Visentin da Xerox Holdings: durante o tempo em que foi CEO da empresa, proporcionou retornos anualizados aos acionistas de -8,4%, face aos retornos de 13,9% do S&P 500. Compensação média de 3 anos: 10,7 milhões de dólares (cerca de 9,9 milhões de euros)

– Thomas McInerney da Genworth Financial: muitos dos problemas financeiros da empresa são anteriores à chegada do CEO em 2013, e um porta-voz disse já existirem “progressos estratégicos”. Compensação média de 3 anos: 10,6 milhões de dólares (cerca de 9,9 milhões de euros).

– James Loree da Stanley Black & Decker: desde que assumiu o leme, o executivo tem proporcionado retornos de 1,5%, e a sua compensação média de 3 anos foi de 14,4 milhões de dólares (cerca de 13,4 milhões de euros)

– Gary Norcross da Fidelity National Information Services: recebeu cerca de 67,4 milhões de dólares (cerca de 62 milhões de euros) em compensações no ano passado, devido a opções de compra de ações em 2014 e 2015. A sua compensação média de 3 anos é de 58,8 milhões de dólares (cerca de 55 milhões de euros).

– Richard Kramer da Goodyear Tire & Rubber: registou uma compensação média de 3 anos de 10,4 milhões de dólares (cerca de 9,7 milhões de euros)

– Ryan Schneider da Realogy Holdings: a compensação média de 3 anos foi de 7,5 milhões de dólares (cerca de 7 milhões de euros).

– Richard Johnson da Foot Locker: apesar dos problemas das lojas físicas da marca estarem com dificuldades, o CEO recebeu uma compensação média de 3 anos de 6,5 milhões de dólares (cerca de 6 milhões de euros).

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