Itália quer afastar-se do gás russo e constrói primeiro parque eólico offshore

A Itália quer reduzir a sua dependência dos combustíveis fósseis russos e, para tal, está prestes a concluir a construção do seu primeiro parque eólico offshore.

André Manuel Mendes

A Itália quer reduzir a sua dependência dos combustíveis fósseis russos e, para tal, está prestes a concluir a construção do seu primeiro parque eólico offshore.

Quando estiver em plena operação, esta unidade será composta por 10 turbinas com capacidade total de 30 MW, que serão capazes de produzir mais de 58.000 MWh, o equivalente à necessidade energética anual de 60.000 pessoas.



No que respeita ao ambiente, a construção deste parque eólico irá economizar cerca de 730.000 toneladas de CO2 durante a sua vida útil de 25 anos.

No entanto, pela sua proximidade ao porto de Taranto, no sul de Itália, este parque eólico pode ser classificado como “nearshore”

Esta semana a Itália juntou-se ao resto da UE, Reino unido e EUA e anunciou o seu plano de encerrar a dependência do gás russo até 2025. Um “investimento acelerado em energias renováveis… continua a ser a única estratégia-chave a longo prazo”, disse o primeiro-ministro Mario Draghi.

Atualmente a Itália é um dos maiores consumidores de gás da Europa, que atualmente representa 42% do seu consumo de energia. Importa 95% do gás que usa, 45% do qual vem da Rússia.

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