Os preços do petróleo WTI bateram novos máximos, desde 2014, enquanto o Brent disparou, como não era visto desde 2018. A OPEP+ reúne-se hoje, mas para vários especialistas, contactados pela imprensa internacional, “a crise energética vai manter-se até 2022, já que o grupo de produtores vai manter as torneiras fechadas apesar da pressão internacional”.
“Por enquanto, acreditamos que a OPEP + não vai mudar de posição, aproveitando os preços elevados para melhorar as contas fiscais”, escreveu Edward Bell, diretor de economia do banco Emirates NBD, com sede em Dubai, numa nota emitida esta quinta-feira.
Apesar de tudo, EUA, Índia e Japão não cruzam os braços e tentam pressionar a OPEP+. “Ainda não damos como certo que a OPEP+ continue sem aumentar a produção. Há famílias que precisam de gasóleo e de gasolina para sobreviver, acreditamos e esperamos que o grupo tenha este tipo de fatores em atenção”, afirmou Joe Biden no domingo, durante a reunião do G20.






