O novo primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, recuou na luta por um “novo capitalismo” baseado numa distribuição mais equitativa da riqueza nacional ,depois que a bolsa de Valores de Tóquio ter reagido em baixo à ideia de a aumentar a carga tributária sobre empresas e indivíduos.
O novo líder do governo japonês, que tomou posse na última segunda-feira, referiu ainda mais algumas medidas concretas, como a criação de incentivos para que as empresas invistam os lucros no aumento dos salários dos funcionários em vez de distribuírem quantias elevadas de dividendos pelos acionistas.
A bolsa de Tóquio reagiu negativamente a estas medidas. O principal índice do país, Nikkei, sofreu quedas consecutivas durante oito dias seguidos.
Kishida tentou tranquilizar os investidores de que sua prioridade é o “crescimento económico”. Estas palavras do novo primeiro-ministro foram bem recebidas na Bolsa de Valores de Tóquio, onde o Nikkei fechou hoje com um avanço de 1,6%.








