De acordo com os dados divulgados esta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o índice de volume de negócios nos serviços apresentou uma variação homóloga nominal de 11,2% em agosto, inferior em 0,3 pontos percentuais (p.p.) em comparação com o mês de julho. O índice de agosto de 2021 permaneceu inferior (4,1%) ao mês homólogo de 2019.
De sublinhar que esta evolução de deve ao um período de comparação onde os efeitos da pandemia tiveram influência direta nos resultados, muito em particular nas atividades de transportes e alojamento e restauração. Com efeito, no mês em análise o índice situou-se 4,1% abaixo de agosto de 2019.
A variação em cadeia do índice global foi 2,6% (-0,4% em julho).
Todas as secções contribuíram positivamente para a variação do índice total, sendo de destacar: o Comércio por grosso; comércio e reparação de veículos automóveis e motociclos, apresentou o maior contributo (4,6 p.p.), originado pela variação homóloga de 7,6% (7,4% em julho); os Transportes e armazenagem, com uma variação de 21,8% (30,0% no período anterior), deram um contributo de 2,5 p.p.; o Alojamento, restauração e similares, com uma variação de 32,0% (38,3% no período anterior), originou um contributo de 2,2 p.p..
No que respeita aos índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas ajustado de efeitos de calendário, estes apresentaram variações homólogas de 1,1%, 3,3% e 2,4%, respetivamente (1,0%, 4,2% e 5,6% em julho, pela mesma ordem).
O emprego assistiu a um aumento mensal de 0,2% em agosto (variação de 0,1% igual mês de 2020), e as remunerações e as horas trabalhadas registaram variações mensais de -9,6% e -3,5% (-8,7% e -0,5% em agosto de 2020), respetivamente.











