Os dois fabricantes norte-americanos Ford e General Motors juntaram-se ao leque de empresas que prefere utilizar o termo “Chair”, em vez de “Chairman”, quando se refere ao lugar ocupado pela pessoa que preside a uma empresa, e que, ao contrário do CEO, se mantém mais distante das atividades diárias da companhia, e mais próximo da representação externa da mesma.
A General Motors, liderada por Mary Barra desde 2015, anunciou esta segunda-feira, num comunicado enviado à imprensa norte-americana, que já tinha feito esta mudança em maio deste ano, mas que “não foi necessária qualquer alteração aos estatutos da empresa”.
” Queremos ser a empresa mais inclusiva do mundo”, conclui a nota de imprensa.
Na semana passada foi a vez conselho de administração da Ford. “Queremos adotar uma linguagem neutra dentro dos princípios da igualdade de género”, explicou a companhia. Bill Ford passa assim a ser apenas “Chair” da empresa.
Várias as empresas nos EUA já decidiram abraçar este conceito. Em março, o gigante bancário JPMorgan adotou o nome “Chair” e emitiu uma norma que alerta para o uso de pronomes femininos ou masculinos, utilizados desnecessariamente.














