O século XXI é marcado, entre outras mudanças, pela forte aposta na transição energética dos transportes, num esforço conjunto para combater as alterações climáticas que ocupa a agenda internacional em crescendo.
Em todo o mundo, governos nacionais e municipais estão a adotar políticas que visam reduzir as emissões e aumentar a qualidade do ar urbano, privilegiando um setor em crescimento: os veículos elétricos a bateria.
Existe, indubitavelmente, um impulso por detrás da indústria, segundo a ‘CNBC’.
Um relatório recente da Agência Internacional de Energia revela que cerca de três milhões de novos carros elétricos foram registrados no ano passado, um valor recorde e um aumento de 41% em relação a 2019.
IEA perspetiva que o número de carros elétricos, autocarros, carrinhas e camiões em circulação (excluindo veículos elétricos de duas e três rodas) deverá ascender a 145 milhões até 2030.
Se os governos aumentarem os esforços para cumprir as metas internacionais climáticas, a frota global poderá aumentar ainda mais, podendo ser de 230 milhões até o final da década.
A expansão comporta, necessariamente, uma série de alterações ao nível dos equipamentos e infraestruturas indispensáveis à transição e adaptação.
Será necessário construir redes de recarga extensas, de forma a responder ao número de veículos e dissipar as preocupações conhecidas em torno do “alcance” e da autonomia, refere o relatório da Agência Internacional de Energia.













