Fiat quer eletrificar 60% dos seus modelos até ao fim do ano

A Fiat apresentou os resultados de 2020, onde se destacam os modelos 500 e Panda que, juntos, conseguiram uma quota de mercado de 35,6%.

Executive Digest

A Fiat apresentou os resultados de 2020, onde se destacam os modelos 500 e Panda que, juntos, conseguiram uma quota de mercado de 35,6%. Este valor representa um crescimento de três pontos percentuais face ao período homólogo de 2019. No ano em que completou o seus 40º aniversário, o Panda, individualmente, registou valores de quota de mercado recorde: 17,8% na Europa e 47,8% em Itália. Entretanto, o 500 alcançou a sua melhor quota de mercado de sempre fora de Itália, 19,3%; e registou o maior crescimento anual no seu segmento, mais 3,4% do que em 2019.

Nas versões híbridas, se juntarmos a estes dois modelos o Ypsilon, lançado em maio, a Fiat afirma-se “líder incontestado nos citadinos híbridos na Europa com 110.000 unidades vendidas em 2020 e o segundo classificado no mercado dos híbridos global”.



Para a marca, este foi o primeiro passo rumo à eletrificação. No final de 2021, a Fiat pretende ter 60% dos seus modelos eletrificados, “uma proporção superior à média do mercado”.

O Novo 500 continua a ser o cabeça de lista da marca para a Europa, onde nos últimos dois meses já foram vendidas 10.000 unidades, destacando-se o mercado italiano, onde a marca conquistou a liderança em dezembro.

O Fiat Tipo é outro dos modelos citados pela marca como “um dos mais elogiados do seu segmento tanto em Itália como na região EMEA, onde contribuiu para o desempenho da marca Fiat com vendas superiores a 164.000 unidades, mais 6% do que em 2019, e com 90% do volume de vendas realizado fora de Itália. Por exemplo em Itália, com uma quota de 11,9%, o Fiat Tipo é o segundo modelo mais vendido do segmento”.

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