Fiat 500: o aniversário do ‘piccolo bambino’

[easingslider id=”18572″] O dia 4 de Julho de 1957 entra para a história da Fiat como um dos mais importantes na sua história. Nesse dia, a marca italiana lançou o ‘Nuova Cinquecento’, modelo que se caracterizava pelas suas dimensões extremamente compactas (2,97 metros de comprimento) e que se apresentava como o sucessor de um automóvel semelhante lançado em 1936 e que ficara conhecido como o ‘Topolino’ (denominação italiana do Rato Mickey). O 500 rapidamente se tornou um sucesso gigantesco em Itália e no resto da Europa, ganhando posteriormente o estatuto de veículo de culto, tanto pelo seu significado para…

Pedro Junceiro

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O dia 4 de Julho de 1957 entra para a história da Fiat como um dos mais importantes na sua história. Nesse dia, a marca italiana lançou o ‘Nuova Cinquecento’, modelo que se caracterizava pelas suas dimensões extremamente compactas (2,97 metros de comprimento) e que se apresentava como o sucessor de um automóvel semelhante lançado em 1936 e que ficara conhecido como o ‘Topolino’ (denominação italiana do Rato Mickey).



O 500 rapidamente se tornou um sucesso gigantesco em Itália e no resto da Europa, ganhando posteriormente o estatuto de veículo de culto, tanto pelo seu significado para a indústria transalpina, como pela própria legião de adeptos que ainda hoje perdura.

Na época, este Fiat destacava-se pelo seu carácter prático em cidade e pelo baixo custo que lhe era inerente, sendo propulsionado por um motor de dois cilindros refrigerado a ar com apenas 479 cc e 13 cv de potência. Para o baixo peso e para as necessidades citadinas, o Nuova 500 mimetizou aquilo que na Alemanha o Beetle alcançou para a Volkswagen, expandindo a ideia do ‘carro do povo’. O bloco estava posicionado em posição traseira, oferecendo ainda assim espaço no habitáculo para quatro passageiros. Apelando aos mais entusiastas na condução, a Fiat tratou também de desenvolver versões mais potentes sob o signo da Abarth, numa ligação que se prolonga, de resto, até aos dias de hoje, embora com o ‘escorpião’ a funcionar agora como uma marca independente.

Entre 1957, momento do seu lançamento, e o ano de 1975, quando a Fiat descontinuou este modelo, a marca vendeu cerca de 3.5 milhões de unidades.

Mas a história do 500 não terminou ali, como é sabido. Em 2007, na comemoração do 50º aniversário do lançamento original, a Fiat revelou um novo 500, acertando em cheio na receita de sucesso: aspecto retro, versatilidade, economia e equipamento moderno. Contudo, embora surgindo na senda do original, este 500 contemporâneo diferenciava por contar com motor dianteiro, sendo igualmente mais pesado e maior.

A nova geração do 500 teve o condão de revitalizar a Fiat, transportando-a rumo ao sucesso e também de novo para os Estados Unidos da América, onde o 500 surgiu acompanhado de uma campanha publicitária agressiva. Por outro lado, a Fiat quis naturalmente ampliar o seu modelo de sucesso e depressa estendeu a gama 500 com versões monovolume (L) e Crossover (500X). Mas promete não ficar por aqui.

Ontem, a Fiat revelou o renovado 500, modelo que apresenta novidades estéticas subtis, técnica melhorada e equipamento mais recheado. O caminho de sucesso parece estar para durar.

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