ISEG Executive Education: Inovação e liderança

O ISEG realizou grandes investimentos tecnológicos, no sentido de garantir que todas as salas tenham os recursos mais adequados para garantir boas condições de funcionamento de programas à distância.

Executive Digest

Apesar de 2020 ter sido um ano de grande turbulência para a maioria das escolas de negócios, o ISEG Executive Education teve um ano excelente, com os melhores resultados de sempre: programas esgotados e elevadas avaliações dos participantes, o que significa que o mercado está a reconhecer e a validar a estratégia que a instituição tem vindo a desenvolver. «Em 2021, felizmente, esta tendência está a acentuar-se, prevemos de novo um ano muito rico, com inovação e muitos projectos valiosos desenvolvidos com empresas de referência», explica Luís Cardoso, presidente do ISEG Executive Education.

Esta confiança tem encontrado confirmação na procura que sentiram no primeiro trimestre, e que resultou já no arranque de vários programas de pós-graduação, executivos e customizados com grupos de profissionais muito interessantes. Para além dos muitos programas do intake de Setembro que já se encontram próximos de ter turmas esgotadas. Áreas como o digital, a sustentabilidade e as soft skills são já há muito trabalhadas pelo ISEG, com programas com vários anos de existência, que vêem agora a sua procura reforçada.



Ao nível do formato, introduziram na oferta programas executivos e pós-graduações em blended learning, numa aposta que se revelou de grande sucesso. Tiveram início programas com participantes vindos de todo o país e estrangeiro. Existe uma forte valorização do networking e metodologias activas em sala, que neste formato são asseguradas em três momentos presenciais no campus do ISEG, a que se juntam cerca de 70% das aulas a distância, permitindo conjugar com vidas ocupadas e residência fora da grande Lisboa. No caso dos programas customizados, além do presencial e blended learning, em função das necessidades da empresa, também apresentam programas exclusivamente online, que têm apresentado um desempenho superior, com avaliações excelentes.

OFERTA

Em Junho, o ISEG Executive Education vai dar início à 7.ª edição do programa executivo Futures, Strategic Design & Innovation, com acesso a uma plataforma do World Economic Forum, um framework para a antecipação de cenários e sessões de design thinking, além de vários oradores de renome internacional. Em Setembro, iniciam a 15.ª edição da pós-graduação em Prospectiva, Estratégia e Inovação, em parceria com a COTEC, EDP e World Economic Forum, onde são aprofundados os temas da gestão em contextos incertos, a criação de cenários como ferramenta de inovação e a liderança que permite mudar a cultura organizacional. Como nova aposta, terá em Outubro o arranque do programa executico Strategic Management & Innovation, coordenado pela professora Joana Santos Silva, que já liderou alguns dos programas executivos de maior sucesso em Portugal.

«A aposta que realizámos no formato blended learning deveu-se precisamente à procura dos nossos programas por partes de executivos que não residem na zona da Grande Lisboa. No caso das soluções customizadas, naturalmente o formato online e blended learning poderão também trazer uma comodidade acrescida às empresas de outras geografias. No entanto, é importante destacar que antes da pandemia tínhamos programas a decorrer noutras geografias, como Angola e São Tomé e Príncipe, que se mantêm e temos de momento outros em perspectiva. A explicação é que nas soluções customizadas existe um processo de co-criação, perfeitamente ajustado às necessidades de cada empresa e organização, que promove uma flexibilidade e agilidade de nossa parte, que assegura sessões presenciais em qualquer geografia», sublinha.

Na formação executiva uma das variáveis mais valorizada pelos participantes é o networking, que o ISEG fez questão de preservar e potenciar também na oferta blended learning. Para além das metodologias activas em sala, criaram momentos cruciais de convívio entre os participantes, como coffee-breaks e almoços, para que seja estimulada a partilha de experiências entre as pessoas, muitas vezes com backgrounds, sectores de actividade e vivências distintas. «É um enriquecimento muito grande nos programas de inscrição aberta, que também encontra paralelo nas soluções customizadas. No feedback aos programas customizados é referida a forma como melhor se relacionaram e conheceram colegas de trabalho da mesma empresa, mas de outros departamentos, fruto deste tipo de dinâmicas», avança Luís Cardoso.

ENSINO

O ISEG desenvolveu de imediato, no início da pandemia, uma acção concertada no sentido de se habilitar a responder da melhor forma ao novo contexto. Foram efectuados grandes investimentos tecnológicos, no sentido de garantir que todas as salas tenham os recursos mais adequados para garantir boas condições de funcionamento de programas à distância. Em simultâneo, efectuou-se um grande trabalho de formação pedagógica dos professores, habilitando-os a estarem em condições de lidar com os novos formatos à distância que foram implementados.

«Pelas características dos nossos programas, abrangemos diversas faixas etárias. Nas pós-graduações, onde somos uma referência nacional, conseguimos um equilíbrio entre profissionais jovens, em início de carreira e que procuram uma especialização que permita alavancar o seu percurso, e executivos mais experientes, que pela responsabilidade das funções que desempenham sentem necessidade de uma formação estruturante, de uma área que não é a sua formação base. Por outro lado, ao nível de programas executivos e do ISEG MBA, o perfil de participantes encontra-se alinhado com os 40 anos, mas também percebemos que existem mais jovens a exercer funções de responsabilidade e que procuram este tipo de programa state of the art. Assim como CEO, directores gerais e outros C-Level, muitas vezes com idade mais avançada, que compreendem o potencial de networking dos programas, mas também o conceito de lifelong learning, que é cada vez mais crucial para o sucesso das empresas, organizações e profissionais », explica Luís Cardoso.

E qual a estratégia de comunicação para fazer chegar as acções de formação ao público-alvo? No caso do ISEG Executive Education, fruto do contexto, desenvolveram durante o último ano acções maioritariamente digitais – podemos destacar por exemplo um ciclo de webinars que foi um sucesso ou eventos em parceria com empresas e associações relevantes para a comunidade empresarial portuguesa. «Além disso, desenvolvemos ebooks, estivemos presentes na impresa e apostamos cada vez mais uma comunicação humanizada e com conteúdo relevante nas nossas redes sociais», conclui.

Este artigo faz parte do Caderno Especial “MBA, Pós-graduações & Formação de Executivos”, publicado na edição de Maio (n.º 182) da Executive Digest.

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