As receitas totais da Vodafone Portugal cresceram 0,6% no terceiro trimestre fiscal terminado em dezembro, em termos homólogos, para 277 milhões de euros, e as de serviços deslizaram 0,1% (247 milhões de euros), anunciou hoje a operadora.
“De outubro a dezembro, a atividade da Vodafone Portugal continuou a ser impactada pela pandemia covid-19”, mas “ainda assim o principal indicador de negócio – receitas de serviços – mostrou-se resiliente face à conjuntura desafiante que atravessamos”, afirma a operadora de telecomunicações, em comunicado.
As receitas de serviços “ficaram praticamente estáveis em -0,1% face ao período homólogo”, atingido 247 milhões de euros.
“Esta evolução foi fortemente impactada no trimestre em análise, face ao mesmo período do ano anterior, pelo recuo das receitas de ‘roaming’, dos ‘visitors’ e da venda de cartões pré-pago, fruto dos efeitos da crise pandémica”, adianta a empresa.
No segundo trimestre fiscal, as receitas de serviços registaram 255 milhões de euros.
A receita total cresceu 0,6% no terceiro trimestre, em termos homólogos para 277 milhões de euros. No segundo trimestre fiscal, as receitas totais tinham ascendido a 278 milhões de euros.
“Destaque para o segmento fixo que mantém um impulso comercial significativo durante o terceiro trimestre do ano fiscal 2020-2021”, acrescenta a Vodafone Portugal.
“Num contexto de obrigatoriedade do trabalho remoto, em que a qualidade da banda larga fixa é especialmente relevante, a Vodafone Portugal manteve um notável desempenho no negócio fixo”, sendo que “a base de clientes de banda larga totalizou 799 mil (mais 9,8% em termos anuais)”, salienta a Vodafone Portugal, que aponta que este desempenho revela, “uma vez mais, que o mercado reconhece a inovação, as características diferenciadoras e a competitividade da oferta, bem como a qualidade do serviço” da operadora de telecomunicações.
A base de clientes de televisão por subscrição subiu 10,7% em termos anuais para 735 mil.
“Durante este terceiro trimestre, a Vodafone Portugal continuou a expandir a sua presença em todo o país” e, “no final de dezembro, a rede FTTH [fibra] de última geração alcançou 3,7 milhões de lares e empresas” (+8% em termos anuais).
No segmento móvel, “o número de clientes totais fixou-se em cerca de 4,54 milhões (-4,4% em termos anuais)”, refere.
“Em outubro, mês em que celebrou 28 anos de atividade comercial em Portugal, a Vodafone assinou com a NOS um acordo histórico de partilha de ativos móveis a nível nacional, o qual vai permitir um desenvolvimento mais rápido e eficiente das redes móveis em todo o país”, recorda a empresa.
“Mais do que destacar resultados financeiros ou operacionais, gostaria de realçar que este foi mais um trimestre em que nos focámos em garantir, em benefício dos nossos clientes, a resiliência das nossas redes móvel e fixa de última geração, mediante um acompanhamento constante da evolução dos volumes de utilização e implementação de planos de reforço sempre que necessários”, afirma o presidente executivo da Vodafone Portugal, Mário Vaz, citado no comunicado.
“Esforços e enfoque alcançados graças à dedicação de uma equipa de milhares de pessoas a trabalhar de forma remota e condicionada pela prioridade máxima de garantia de segurança sanitária”, prossegue o gestor, salientando que se tratou também de um trimestre marcado pelo início do leilão de 5G.
Uma “tecnologia que sempre identificámos como oportunidade única para a aceleração do desenvolvimento do país, mas que infelizmente fica registado como um momento de litigância e de pronúncio de tempos cinzentos para o futuro deste setor”, lamenta Mário Vaz.














