PepsiCo quer emissões zero de gases com efeito de estufa até 2040

Gigante de alimentos e bebidas revelou ter como objetivo atingir emissões zero de gases com efeito de estufa na sua cadeia de abastecimento até 2040, à medida que os consumidores e investidores convocam cada vez mais grandes corporações para fazer a sua parte na luta contra o aquecimento global.

Simone Silva

A PepsiCo disse esta quinta-feira que tem como objetivo atingir emissões zero de gases de efeito estufa na sua cadeia de abastecimento até 2040, à medida que os consumidores e investidores convocam cada vez mais grandes corporações, para fazer a sua parte na luta contra o aquecimento global, avança a ‘Reuters’.

A gigante de alimentos e bebidas gerou cerca de 57 milhões de toneladas métricas de emissões de gases de efeito estufa globalmente em 2019, de acordo com o seu último relatório anual de sustentabilidade. Nos próximos nove anos, a empresa espera cortar essas emissões pela metade, ou 26 milhões de toneladas métricas absolutas.



As fabricantes de snacks Doritos e de sumo Tropicana (que fazem parte do grupo PepsiCo) disseram que iriam cortar as emissões de gases de efeito estufa das suas operações em 75% e em 40%, em áreas que estão fora dos seus próprios processos de produção e cadeia de abastecimentos até 2030.

Por sua vez, ‘The Purchase’, uma empresa sediada em Nova Iorque, adiantou que primeiro se iria concentrara no seu sistema de abastecimento agrícola, que contribui com um terço das emissões de gases de efeito estufa da PepsiCo, antes do corte de emissões.

A PepsiCo vai acelerar o uso de sistemas de irrigação inteligentes, melhorar a saúde do solo e reduzir a desflorestação, segundo o seu diretor de sustentabilidade, Jim Andrew, em entrevista à Reuters. Outras etapas vão incluir o uso de energia renovável nos seus escritórios, garrafas recicladas para bebidas, redução de voos comerciais e criação de embalagens sustentáveis.

A PepsiCo e a rival Coca-Cola, que estabeleceu a sua própria meta de cortar as emissões da cadeia de abastecimentos em 25% até 2030, avançaram com novas metas para o ativismo global por causa da quantidade de resíduos plásticos descartáveis ​​que geram.

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