[youtube height=”HEIGHT” width=”WIDTH”]http://www.carscoops.com/2015/05/2017-audi-a7-sportback-rendering-has.html[/youtube]
Depois de, nos últimos anos, a Audi ter desenvolvido combustíveis sintéticos como o gás natural e o e-Diesel, chega agora a vez da gasolina sintética, que o fabricante de Ingolstad apelida de E-Benzin.
Este combustível, produzido em conjunto com a empresa francesa Global Bioenergies na fábrica de Pomocle, em França, é criado a partir de isobutileno, um gás que se forma através do processo de fermentação de material utilizado na unidade fabril.
Depois de um processo de purificação, este componente passa para o estado líquido, sendo que é nesta forma que é enviado para o Centro de Processos Químico-Biotecnológicos de Fraunhofer, em Leuna, na Alemanha, onde os investigadores utilizam o hidrogénio para transformar o isobutileno em isooctano, o elemento principal da gasolina, utilizado como aditivo para melhorar a qualidade da gasolina.
Para além de aditivo, pode ser utilizado como combustível, não só para automóveis mas também para produzir produtos de plástico. Como não contém benzina ou enxofre na sua forma mais pura, queima de forma eficiente.
A Audi irá testar este combustível em motores de teste e continuará a investigação com o objectivo de modificar o processo até que não seja necessário nenhum material sem ser água, luz solar, dióxido de carbono e hidrogénio.
Audi e parceiros criam gasolina sintética
[youtube height=”HEIGHT” width=”WIDTH”]http://www.carscoops.com/2015/05/2017-audi-a7-sportback-rendering-has.html[/youtube] Depois de, nos últimos anos, a Audi ter desenvolvido combustíveis sintéticos como o gás natural e o e-Diesel, chega agora a vez da gasolina sintética, que o fabricante de Ingolstad apelida de E-Benzin. Este combustível, produzido em conjunto com a empresa francesa Global Bioenergies na fábrica de Pomocle, em França, é criado a partir de isobutileno, um gás que se forma através do processo de fermentação de material utilizado na unidade fabril. Depois de um processo de purificação, este componente passa para o estado líquido, sendo que é nesta forma que é enviado para o Centro de Processos Químico-Biotecnológicos de Fraunhofer, em Leuna, na Alemanha, onde os investigadores utilizam o hidrogénio para transformar o isobutileno em isooctano, o elemento principal da gasolina, utilizado como aditivo para melhorar a qualidade da gasolina. Para além de aditivo, pode ser utilizado como combustível, não só para automóveis mas também para produzir produtos de plástico. Como não contém benzina ou enxofre na sua forma mais pura, queima de forma eficiente. A Audi irá testar este combustível em motores de teste e continuará a investigação com o objectivo de modificar o processo até que não seja necessário nenhum material sem ser água, luz solar,…
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