Sindicato fecha revisão do ACT com a banca com aumentos de 0,3%

Relativamente ao aumento salarial, deu nota de que a negociação começou com uma proposta das IC de zero por cento.

Sónia Bexiga

O Mais Sindicato chegou a acordo com as instituições de crédito (IC) subscritoras do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do setor bancário para a revisão da convenção coletiva relativa a 2021. Há subsídios com acréscimo superior aos 0,3% das tabelas e algumas novidades no clausulado.

“A intransigência das instituições de crédito arrastou a revisão do ACT do Setor Bancário ao longo de meses. E embora o resultado não seja o esperado pelo Sindicato, foi possível introduzir matérias novas no clausulado, como a questão do assédio e o direito a desligar”, avança o sindicato, em comunicado.



Relativamente ao aumento salarial, deu nota de que a negociação começou com uma proposta das IC de zero por cento.

Entre as principais alterações, o sindicato destaca ainda os aumentos superiores no subsídio de refeição, cujo valor passa a ser de 9,72 euros; subsídio de Natalidade, que sobe para 800 euros; subsídios de natalidade, infantil (25,93 euros) e de estudo ambos os progenitores bancários têm direito a recebê-los, exceto se os dois forem trabalhadores da mesma instituição – até agora apenas um tinha direito a essas prestações. Já o subsídio de estudo passa a ter como valores: 1.º ciclo – 28,82 euros; 2.º ciclo – 40,73 euros; 3.º ciclo – 50,61 euros; secundário – 61,47 euros; superior – 70,43 euros.

O sindicato avança ainda que, segundo informação prestada, o Banco Santander Totta e o Banco Credibom aplicarão as atualizações salariais ainda em dezembro. Já no BPI, Novo Banco e BNP as atualizações serão aplicadas em janeiro.

O Bankinter aguardará a publicação da revisão do ACT no BTE, devendo ser esta também a posição dos restantes bancos subscritores da convenção.

Partilhar

Edição Impressa

Assinar

Newsletter

Subscreva e receba todas as novidades.

A sua informação está protegida. Leia a nossa política de privacidade.