Paredes de Lisboa e Europa podem ‘relaxar’. Polícia de Roma apanhou o enigmático Geco

Trata-se assim de uma assinatura odiada que se tornou uma lenda ao mesmo tempo, um escritor procurado tanto pela polícia quanto pelos fãs.

Executive Digest

Este fim de semana, mais precisamente na noite de sábado para domingo, os agentes da NAD – Unidade do Meio Ambiente da Polícia de Roma, detiveram Lorenzo Perris, de 28 anos, suspeito de ser um dos gaffiters mais “procurados” em Itália e na Europa, o qual assina como Geco.

Perseguido por agentes de meio continente, este homem deixou a sua marca em metade da cidade de Lisboa, onde terá residido ainda durante um longo período. Apesar de muitas vozes o acusarem de ser responsável por causar prejuízos, em anos de “carreira”, potencialmente milionários, também há quem o defenda e o considere um artista.

Segundo avança o italiano ‘La Reppublica‘, a detenção foi concretizada no final de uma busca a um apartamento no bairro de San Lorenzo, onde foi possível apreender o computador, o telemóvel e outros bens de Perris, atendendo a que serão úteis para a investigação que visa rastrear a identidade do autor de uma longa série de atos considerados como “vandalismo”.

Em entrevista ao jornal português, o Corvo, em agosto de 2018, o Geco assumia-se como um “bomber” que pretendia, espalhando pinturas e autocolantes por paredes, viadutos e sinais de trânsito, que o seu nome fosse conhecido.

Trata-se assim de uma assinatura odiada que se tornou uma lenda ao mesmo tempo, um escritor procurado tanto pela polícia quanto pelos fãs.

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O caso está agora nas mãos dos investigadores que ainda estão a aferir a verdadeira identidade do enigmático Geco, seguindo para os tribunais decidirem se as cidades que consideram ter sido vítimas de vandalismo devem ser compensadas pelos danos.

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