Um juiz na Grã-Bretanha decidiu que, tendo em conta as leis que lidam com a descriminação religiosa, o director do departamento ecológico de uma empresa de propriedades pode avançar com uma queixa por ter sido despedido indevidamente graças à sua «crença filosófica nas alterações climáticas». A empresa insiste que o colaborador foi simplesmente despedido; ele afirma que a sua pressão para a implementação de políticas ecológicas não foi popular entre a gestão.
Religiões
Um juiz na Grã-Bretanha decidiu que, tendo em conta as leis que lidam com a descriminação religiosa, o director do departamento ecológico de uma empresa de propriedades pode avançar com uma queixa por ter sido despedido indevidamente graças à sua «crença filosófica nas alterações climáticas». A empresa insiste que o colaborador foi simplesmente despedido; ele afirma que a sua pressão para a implementação de políticas ecológicas não foi popular entre a gestão.
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