Três meses é quanto a LVMH terá de esperar para integrar a Tiffany no seu portefólio de marcas de luxo. A gigante francesa, liderada por Bernard Arnault (um dos 10 homens mais ricos do Mundo), anunciou em Novembro do ano passado um acordo com a insígnia de joalharia, mas a Tiffany vem agora pedir um adiamento.
Segundo o jornal Expansión, a transacção, que chega aos 16,2 mil milhões de dólares (cerca de 13,7 mil milhões de euros), deveria ter ficado concluída até ao passado dia 24 de Agosto. Contudo, cada uma das partes dispunha da possibilidade de solicitar um adiamento de três meses e a Tiffany decidiu usufruir do seu direito.
Isto significa que a fusão terá de acontecer até 24 de Novembro deste ano, não havendo espaço para novas prorrogações. O negócio terá ainda de ser aprovado pelos reguladores da União Europeia, Japão, México e Taiwan, segundo indica a Tiffany em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores dos Estados Unidos da América (SEC).
Citado pelo mesmo jornal espanhol, o documento apresenta-se como uma carta de aviso “de que a Tiffany estende a data até 24 de Novembro de 2020, de acordo com o contrato de fusão”.
Quando o negócio for concluído, a Tiffany juntar-se-á a marcar como Louis Vuitton, Christian Dior, Fendi, Marc Jacobs ou Givenchy. A holding francesa LVMH tem actividade em áreas como moda, mas também cosmética e perfumaria, relojoaria e até bebida: é dona dos champanes Moët & Chandon, por exemplo.














