Em 2019, segundo os mais recentes números do Eurostat, divulgados esta quarta-feira, existiam quase 2 milhões de educadores de infância e auxiliares de educação empregados na União Europeia (UE). A percentagem de educadores e auxiliares no total da população empregada era de 1,0% na UE em 2019.
Entre os Estados-Membros da UE, a Dinamarca destacou-se com uma quota de 3,2%, seguida da França (2,4%) e da Suécia (2,3 %), Portugal e Finlândia (ambos 2,2%), bem como Irlanda e Malta (ambos 2,1%).
Em sentido oposto, 16 dos 27 Estados-Membros da UE registaram percentagens de trabalhadores de creches e auxiliares de professores de 1,0% ou menos no emprego total no país. A proporção mais baixa foi de 0,2%, registada em Itália, seguida de perto pela Roménia (0,3%), Alemanha e Grécia (ambas 0,4%), República Checa e Polónia (ambas 0,5%).
A percentagem de educadores e auxiliares nos países da EFTA foi mais elevada na Noruega (4,0%) e na Islândia (3,5%), enquanto a quota da Suíça foi de 1,0% em 2019.
A infância é o estágio em que a Educação pode influenciar com mais eficácia o desenvolvimento das crianças. Educadores de infância e auxiliares de educação são, por isso, profissões essenciais no desenvolvimento infantil, pois cuidam e supervisionam crianças em escolas e creches.




