EUA vão outra vez às compras e pagam 2,1 mil milhões por vacinas da Sanofi e GSK

Os Estados Unidos da América (EUA) chegaram a acordo com a Sanofi e a GSK para a compra de 100 milhões de doses da vacina que as duas empresas estão a desenvolver.

Executive Digest

Os Estados Unidos da América (EUA) chegaram a acordo com a Sanofi e a GSK para a compra de 100 milhões de doses da vacina que as duas empresas estão a desenvolver para combater o novo coronavírus. O país liderado por Donald Trump irá pagar até 2,1 mil milhões de dólares (1,8 mil milhões de euros) pelo fármaco.

Segundo aponta a CNBC, mais de metade do valor terá como destino o desenvolvimento da vacina, incluindo ensaios clínicos, e não as doses que resultarem deste processo. O montante restante será, então, utilizado para produzir as 100 milhões de doses, sendo que os EUA terão ainda a opção de pedir 500 milhões adicionais.

Thomas Triomphe, vice-presidente executivo e global head da divisão de vacinas da Sanofi, considera que «a necessidade global de uma vacina que ajude a prevenir a COVID-19 é massiva e nenhuma vacina ou empresa sozinha será capaz de dar resposta à procura».

A Sanofi e a GSK anunciaram uma parceria a 14 de Abril e desde então têm colaborado com o governo norte-americano. As duas empresas propõem-se a apresentar uma vacina até ao final do próximo ano, estando já previsto o início dos testes com humanos no próximo mês de Setembro.

Há menos de duas semanas, os EUA anunciaram também um negócio semelhante com a Pfizer e BioNTech, a quem irá pagar 1,95 mil milhões de dólares (1,65 mil milhões de euros) para produzir 100 milhões de doses de uma vacina.

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