As receitas da Altice Portugal caíram 0,9% no primeiro semestre, face a igual período de 2019, para 1.021,8 milhões de euros, penalizadas pelo impacto da pandemia no segundo trimestre, divulgou hoje a dona da Meo.
Em comunicado, a empresa liderada por Alexandre Fonseca refere que encerrou os primeiros seis meses do ano “com receitas a atingir os 1.021,8 milhões de euros, o que representa um ligeiro decréscimo de 0,9% quando comparado com o período homólogo (1.030,5 milhões de euros)”.
A Altice Portugal refere que “a receita no segundo trimestre sai assim penalizada pelos impactos da pandemia covid-19, uma vez que os primeiros três meses do ano foram marcados por um crescimento de 2,6% face a igual período do ano anterior”.
O resultado antes de impostos, juros, amortizações e depreciações (EBITDA) recuou 2% para 411,4 milhões de euros na primeira metade do ano, em comparação com os 419,8 milhões de euros do período homólogo.
O desempenho do EBITDA “acompanhou a evolução da receita e foi igualmente impactado pelos efeitos negativos da pandemia no segundo trimestre deste ano, uma vez que no primeiro trimestre de 2020 este indicador cresceu 1,8% face a igual período do ano anterior”, acrescenta.
Até junho, “e apesar dos impactos adversos da pandemia, o investimento (CAPEX) continuou a crescer e aumentou 21,8 milhões de euros, atingindo o montante de 218,2 milhões de euros, o que representa um crescimento de 11,1% versus a primeira metade do ano anterior (196,4 milhões de euros)”, lê-se no comunicado.
“Mesmo em contexto económico adverso, a Altice Portugal manteve inalterada a sua estratégia de forte investimento no país e no setor, continuando a aposta na expansão da infraestrutura de Fibra, reforço na inovação tecnológica e na diversificação do portfólio de produtos e serviços”, refere o grupo.












