O WindFloat Atlantic já está operacional. O processo ficou concluído após a ligação da última plataforma deste parque eólico flutuante à rede, segundo avança a EDP em comunicado, recorrendo para isso a um cabo de alimentação que percorre os 20 quilómetros que separam o WindFloat Atlantic da estação instalada em Viana do Castelo.
Com uma capacidade total instalada de 25MW, a EDP garante que este é o “primeiro parque eólico flutuante semi-submersível do Mundo”, capaz de gerar energia suficiente para abastecer o equivalente a 60 mil utilizadores por ano. Além disso, a energia limpa gerada deverá poupar quase 1,1 milhões de toneladas de CO2.
A EDP garante ainda que as turbinas de 8,4MW são as “maiores do mundo jamais instaladas numa plataforma flutuante”, lembrando que a energia que daqui sair será injectada na rede eléctrica de Portugal.
Segundo a empresa, o êxito do projecto tem por base a sua tecnologia. A ancoragem, por exemplo, permite a sua instalação em águas de mais de 100 metros de profundidade. O design, por seu turno, visa a estabilidade em condições climatéricas e marítimas adversas.
“O projecto beneficiou ainda da tecnologia de montagem: a assemblagem foi feita em doca seca, o que permitiu importantes poupanças logísticas e económicas e possibilitou o reboque das plataformas por rebocadores normais”, adianta a EDP.













