Os Estados Unidos da América (EUA) registaram mais de mil mortes associadas ao novo coronavírus em apenas quatro dias. Ontem, o número total de vítimas mortais no país liderado por Donald Trump ultrapassava já os 146 mil, levando um grupo de especialistas a pedir o confinamento para pôr um travão ao ritmo acelerado de contágio.
Ao todo, são mais de 150 os médicos, cientistas, professores e enfermeiros, entre outros profissionais com conhecimento especializado na área, a assinar uma carta que pede para “fechar” o país. Segundo adianta a CNN, estimativas apontam para 175 mil mortes relacionadas com a COVID-19 até 15 de Agosto, mas os signatários desta carta vão mais além.
«Neste momento, estamos a caminho de perder mais de 200 mil vidas americanas até 1 de Novembro. Contudo, em muitos estados as pessoas podem beber em bares, cortar o cabelo, comer no interior de um restaurante, fazer uma tatuagem, fazer uma massagem e fazer muitas outras actividades normais, agradáveis mas não essenciais», lê-se na carta enviada à Administração de Trump, membros do Congresso e governadores.
No sentido inverso, surge o Centers for Disease Control and Prevention (CDC), que se mostra a favor de reabrir as escolas e de retomar as aulas presenciais. Orientações publicadas na últimas semana indicam que as crianças não sofrem tanto com o novo coronavírus e que apresentam probabilidades inferiores de espalhar o vírus.







