“A evolução na Área Metropolitana de Lisboa (AML) é globalmente positiva, e foi aferida numa avaliação concreta de cada cenário específico das freguesias mais afetadas”, afirmou o ministro da Administração Interna (MAI) no final de uma reunião com os autarcas dos cinco municípios mais afetados pela ‘onda’ de surtos (Lisboa, Sintra, Odivelas, Loures e Amadora), esta segunda-feira
Apesar de hoje a reunião não visar tomar decisões, mas sim aferir os resultados obtidos nas últimas semanas, Eduardo Cabrita, sublinhou que os números da Grande Lisboa e das 19 freguesias mais afetadas pelos surtos permitem ter algum otimismo, atendendo a que tem sido possível identificar os casos positivos e fazer um acompanhamento controlado pelas equipas que estão no terreno.
Na próxima segunda-feira, Governo e autarcas, voltam a reunir para fazer um ponto de situação e rever a situação de calamidade que está aplicada a estes cinco municípios até 31 de julho.
A 11 dias de terminar a classificação atribuída à Grande Lisboa e às 19 freguesias, o ministro assegurou que só no Conselho de Ministros agendado para a próxima quinta-feira as medias serão revistas, ou não.
Um dos temas abordados nesta reunião foi a preparação do arranque do próximo ano letivo que, também nestes concelhos, “se pretende que seja através de um regime de ensino presencial”, o que “obriga a que esteja já a ser feito um grande trabalho de preparação”, acrescentou Cabrita.
O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, marcou presença nesta reunião e debateu com os autarcas o regresso às escolas a partir de 14 de setembro, considerando que tanto nestes municípios como em todo o país, “só o ensino presencial garante o combate às desigualdades, a proximidade e garante a plenitude das medidas de apoio social que, em articulação entre o ministério da Educação e os municípios serão promovidos”.













