O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu esta segunda-feira a morte do general iraniano Qassem Soleimani. Trump argumentou que este representava uma «ameaça iminente» para o país e que só o passado do general é suficiente para justificar o ataque.
«A comunicação social ‘fake news’ e os seus parceiros democratas estão a esforçar-se por determinar se o futuro ataque do terrorista Soleimani estava ou não ‘iminente’ e se a minha equipa estava de acordo [comigo]. A resposta a ambas [as perguntas] é um forte SIM, mas isso não importa verdadeiramente por causa do seu passado horrível!», escreveu na rede social Twitter.
The Fake News Media and their Democrat Partners are working hard to determine whether or not the future attack by terrorist Soleimani was “imminent” or not, & was my team in agreement. The answer to both is a strong YES., but it doesn’t really matter because of his horrible past!
— Donald J. Trump (@realDonaldTrump) January 13, 2020
No mesmo dia, o líder da Casa Branca já tinha partilhado vários tweets de outros utilizadores contra a presidente da Câmara dos Representantes Nancy Pelosi. Num deles, a líder democrata surge com um hijab (um véu islâmico) ao lado do líder democrata no Senado, Chuck Schumer, com um turbante. O fundo da fotomontagem é bandeira iraniana.
The corrupted Dems trying their best to come to the Ayatollah's rescue.#NancyPelosiFakeNews pic.twitter.com/a0ksPHeXCy
— ☼𓃬داون آندر (@D0wn_Under) January 13, 2020
Recorde-se que os meios de comunicação locais noticiaram ontem que Donald Trump autorizara a morte do general iraniano em Junho, com condições: teria de ser ele a dar o aval final em qualquer operação para matar Soleimani e essa opção só seria posta em prática se um americano fosse morto pelas autoridades iranianas.
Na passada quinta-feira, 9 de Janeiro, a Câmara dos Representantes aprovou uma resolução não vinculativa que visa limitar a capacidade de Trump de atacar o Irão no sem aprovação do Congresso.




