Thomas Cook vai ser relançada no próximo ano

A Fosun, que adquiriu a Thomas Cook e toda a propriedade intelectual do operador turístico que entrou em colapso em Setembro, vai relançar a marca em 2020 como uma plataforma de viagens. A notícia está a ser avançada pela “Bloomberg”.

Os chienses da Fosun pretendem juntar as suas actuais ofertas e fazer um rebranding, utilizando o nome da falida Thomas Cook.

No mês passado, dois meses depois da operadora ter declarado falência, a Fosun garantiu por 11 milhões de libras (cerca de 12,7 milhões de euros) a marca e a propriedade intelectual da Thomas Cook. O “Financial Times” escrevia, na altura, que o negócio poderia ser relançado.

Este não é o primeiro activo da Thomas Cook que tem vindo a ser comprado após a falência. Em Outubro, a Hays Travel comprou por seis milhões de libras (cerca de 6,9 milhões de euros) um total de 555 lojas da empresa, que empregavam 2500 trabalhadores e, no mês seguinte, a companhia aérea easyJet fechou um acordo para a compra de todas as faixas horárias para descolar e aterrar (slots) do antigo operador turístico nos aeroportos de Gatwick (o segundo aeroporto inglês com mais tráfego aéreo) e Bristol, no Reino Unido, por 36 milhões de libras (47,7 milhões de euros).

O negócio da Fosun Turismo, dona do Club Med e do Cirque do Soleil, inclui as marcas de hotelaria Casa Cook e Cook’s Club. A chinesa detém em Portugal, entre outros activos, a seguradora Fidelidade (85%), Luz Saúde (49%) e uma participação de 27% no Millennium Bcp.

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