As avaliações à dívida soberana portuguesa em 2026 arrancam já este mês, com a DBRS esta sexta-feira, enquanto a Moody’s é a última agência de rating a pronunciar-se.
A primeira agência de notação financeira a avaliar Portugal será então a DBRS, que atualmente tem uma avaliação de A (elevado) com perspetiva estável.
Segue-se a S&P, cuja notação é de A+ com a perspetiva estável, a 27 de fevereiro e a Fitch (A com outlook estável) a 06 de março.
Já a alemã Scope, que avalia Portugal em A com perspetiva positiva, tem uma decisão calendarizada para dia 03 de abril e a DBRS prevê uma segunda revisão a 15 de maio.
A Moody’s é a última nesta ronda, pronunciando-se pela primeira vez sobre a dívida soberana portuguesa a 22 de maio, sendo que atualmente atribui a Portugal uma classificação de A3, com perspetiva estável.
A S&P tem uma segunda avaliação prevista para 28 de agosto, a Fitch para 04 de setembro e a Scope para 02 de outubro. A DBRS este ano tem três revisões agendadas, sendo a terceira a 13 de novembro.
A última avaliação do ano será da Moody’s a 20 de novembro.
Estes calendários são apenas indicativos, sendo que as agências poderão também decidir não se pronunciar.
O rating é uma avaliação atribuída pelas agências de notação financeira, com grande impacto para o financiamento dos países e das empresas, uma vez que avalia o risco de crédito.
O Governo prevê atingir este ano, segundo as projeções inscritas no Orçamento do Estado para 2026, um excedente orçamental de 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB) e um rácio da dívida pública de 87,8% do PIB.
O executivo projeta ainda um crescimento económico de 2,3% este ano.














