Covid-19. Missas deverão ser retomadas gradualmente a partir de 30 de Maio

As missas deverão voltar a ser celebradas a 30 de Maio, mas esta data ainda está dependente da avaliação do Governo, revela a Conferência Episcopal Portuguesa.

Executive Digest

As missas comunitárias deverão voltar a ser celebradas a 30 de Maio, prevê a Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) depois de o Governo ter previsto a retoma gradual das celebrações após o fim do Estado de Emergência.

A CEP sublinha que esta data ainda está, contudo, dependente da avaliação do Governo. «A data depende ainda da avaliação que o Governo se propõe fazer da situação, nesta primeira etapa do desconfinamento. As Dioceses insulares terão em conta as indicações das respectivas autoridades regionais», refere a CEP num comunicado citado pela agência Ecclesia.

Na mesma nota, diz que serão dadas «indicações comuns sobre aspectos litúrgicos e medidas sanitárias a ter em conta nas celebrações e nos templos, as quais poderão ser utilizadas pelas Dioceses, em coordenação com as autoridades locais de saúde no que diz respeito aos procedimentos práticos».

Acrescenta ainda que «as celebrações dos sacramentos que implicam contacto físico» deverão ser adiadas para o próximo ano pastoral. Em casos específicos, como o baptismo ou a unção, os bispos católicos admitem que possam «ser realizadas com as devidas cautelas de saúde e normas de segurança».

Recorde-se que as missas, catequeses e outras celebrações de culto foram suspensas a 13 de Março por causa da pandemia de Covid-19, «em consonância com as indicações do Governo e das autoridades de saúde». Desde então, têm sido utilizadas outras vias para celebrar as missas, como transmissões televisivas, radiofónicas e online.

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O número de vítimas mortais associadas ao novo coronavírus em Portugal subiu para 1.023 nas últimas 24 horas e o de infectados para  25.190, revelou este sábado a Direção-Geral de Saúde.

A pandemia do novo coronavírus já provocou, pelo menos, 238.810 desde o seu aparecimento em Dezembro na China, segundo um balanço da agência de notícias “France-Presse”, feito a partir de fontes oficiais. Um total de 3.354.100 casos de infecção foram registados oficialmente em 195 países e territórios desde o início da epidemia.

Este número de casos diagnosticados reflecte, contudo, apenas uma fracção do número real, uma vez que um grande número de países testa apenas os casos que requerem tratamento hospitalar.

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O número de casos considerados curados ultrapassou pela primeira vez o milhão de pessoas, ascendendo a 1.014.700.

Os Estados Unidos, que registaram a sua primeira morte ligada ao coronavírus no início de Fevereiro, são o país mais atingido quer em número de mortos, quer de casos, com 65.068 mortos em 1.104.161. Pelo menos 164.015 pessoas foram declaradas curadas.

Após os Estados Unidos, os países mais afectados são a Itália com 28.236 mortos em 207.428 casos, o Reino Unido com 27.510 mortos (177.454 casos), a Espanha com 25.100 mortos (216.582 casos) e a França com 24.594 mortos (167.346 casos).

A China (sem os territórios de Hong Kong e Macau), onde a epidemia se iniciou no final de Dezembro, conta oficialmente com 82.875 casos (um novo nas últimas 24 horas), incluindo 4.633 mortos (0 novas) e 77.642 curados.

A Europa totalizava hoje às 11 horas (mais uma hora em Lisboa) 140.598 mortos em 1.508.719 casos, os Estados Unidos e o Canadá 68.530 mortos (1.158.941), a América Latina e as Caraíbas 12.197 mortos (231.039 casos), a Ásia 8.820 mortos (229.242 casos), o Médio Oriente 6.857 mortos (177.521 casos), a África 1.688 mortos (40.544 casos) e a Oceânia 120 mortos (8.102 casos).

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Este balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da “AFP” junto das autoridades nacionais competentes e de informações da Organização Mundial da Saúde.

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