Governo “não vai desistir” nem vai ficar refém de “intransigência e imobilismo”, diz Montenegro

O primeiro-ministro defendeu hoje que o executivo que lidera é “um Governo de concertação” que não vai desistir de tornar o país mais produtivo, assegurando que não vai “ficar refém da intransigência e do imobilismo”.

Executive Digest com Lusa

*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***



Lisboa, 06 mai 2026 (Lusa) — O primeiro-ministro defendeu hoje que o executivo que lidera é “um Governo de concertação” que não vai desistir de tornar o país mais produtivo, assegurando que não vai “ficar refém da intransigência e do imobilismo”.


Luís Montenegro falava no 52.º aniversário do PSD, que se assinala hoje, e na véspera de uma reunião decisiva da concertação social sobre legislação laboral.


“Sendo este também um Governo de concertação (…) é um Governo que, obviamente, não vai desistir. Obviamente vai continuar concentrado e focado em dar ao país mais instrumentos para o país ser produtivo e competitivo”, afirmou.


Montenegro defendeu que esta é a atitude do Governo em áreas como a saúde — antecipando que o Conselho de Ministros terá novas decisões nesta área –, mas também na reforma do Estado, na fiscalidade e no mercado laboral.

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“Já demos muitas mostras de cedência, muitas mostras de transigência. O que não podemos é ficar reféns da intransigência ou ficar reféns do imobilismo. Para isso, vão contar com um PSD muito ativo, um PSD muito proativo e um PSD muito combativo”, prometeu.


O primeiro-ministro vaticinou que o atual período governativo — iniciado em 2024 — “vai marcar tanto a história de Portugal como os grandes períodos governativos” dos 52 anos do PSD.


“E vai marcar porque foi isso que o povo português quis e é isso que o povo português quer”, disse.

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