Mau tempo: Dez pessoas retiradas por precaução em Sobral de Monte Agraço

Dez pessoas foram retiradas das suas casas por precaução durante a noite em Sobral de Monte Agraço, no distrito de Lisboa, devido a deslizamentos de terra e inundação, disse à agência Lusa fonte da proteção civil.

Executive Digest com Lusa
Fevereiro 13, 2026
7:28

Dez pessoas foram retiradas das suas casas por precaução durante a noite em Sobral de Monte Agraço, no distrito de Lisboa, devido a deslizamentos de terra e inundação, disse à agência Lusa fonte da proteção civil.


Fonte do Comando Sub-Regional do Oeste adiantou que quatro pessoas tiveram de deixar as suas habitações por precaução, na localidade de Pé do Monte, em Sobral de Monte Agraço, devido a um deslizamento de terras, que não causou feridos.


“Outras seis pessoas tiveram também de ser retiradas em Casal da Barqueira, também em Sobral de Monte Agraço, devido a risco de inundação, tendo estas sido levadas para uma estrutura de turismo rural”, indicou.


De acordo com a mesma fonte, durante a noite foram registadas várias ocorrências devido à chuva forte, estando alguma vias interditas em alguns troços por inundação.


“Temos a Estrada Nacional (EN) 8 interdita na zona do Bombarral entre os quilómetros 75,3 e 76,3 e entre o quilómetro 1,3 e 3 em Fervença, Alcobaça, devido a inundação. A Estrada Nacional 361 está também cortada ao quilómetro 11 na Lourinhã devido a um deslizamento de terras”, disse.


A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) advertiu na quinta-feira para um agravamento das condições meteorológicas, que pode ter um impacto significativo na região da Grande Lisboa e na Península de Setúbal.


Dezasseis pessoas morreram em Portugal continental na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.


A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.


As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.


O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.


Partilhar

Edição Impressa

Assinar

Newsletter

Subscreva e receba todas as novidades.

A sua informação está protegida. Leia a nossa política de privacidade.