Um total de 30 empresas portuguesas vão promover o setor alimentar nacional na feira internacional Gulfood, que começa esta segunda-feira no Dubai, segundo a Associação Empresarial de Portugal (AEP), em comunicado.
Até dia 30 de janeiro, a AEP vai estar presente no Gulfood, no Dubai, através do projeto de apoio à internacionalização BOW – Business on the Way, numa das maiores feiras mundiais do setor alimentar e no principal evento de referência para os mercados do Médio Oriente, sudoeste asiático e continente africano.
“A AEP leva uma megacomitiva à Gulfood, o que demonstra a relevância desta feira e deste mercado para as empresas portuguesas. Promovemos a participação nacional na Gulfood há 17 edições consecutivas e, desde 2011, já apoiamos mais de 400 empresas”, sublinha, em comunicado, o presidente do Conselho de Administração da AEP, Luís Miguel Ribeiro.
O responsável destacou ainda a importância estratégica do Dubai enquanto plataforma logística e comercial para outros mercados.
“A sua localização estratégica e competitiva, aliada ao fácil acesso ao Médio Oriente, Ásia e África, fazem do Dubai o maior centro de negócios da região e um dos mercados mais atrativos a nível global”, afirmou.
A edição deste ano da Gulfood deverá contar com mais de 5.500 expositores, provenientes de cerca de 190 países, sendo que à semelhança de edições anteriores, as empresas portuguesas irão receber a visita da Embaixada de Portugal nos Emirados Árabes Unidos e da AICEP.
Ano 2000, AZCOA, AZEOL, BICAFÉ, By Foods, Cerealis, Choconasa, Cister, Dacsaatlantic, Exelnut, Ferbar, Global Deligth, Global Tribé, Lacto Serra, Lactogal, Mendes Gonçalves, Nascente Divina, NovaDelta, NovaDolci e NovaArroz vão marcar presença no certame.
Estarão ainda presentes a Outeirinho, Quinta de Jugais, Ramirez & Cia, Recheio, Rialto, Sociedade Panificadora Costa & Ferreira, SQ Portugal, Valente Marques, VHUMANA e Vieira de Castro.
O setor alimentar nos Emirados Árabes Unidos ultrapassa os 7 mil milhões de dólares anuais, enquanto no conjunto dos países do GCC (Conselho de Cooperação do Golfo) supera os 60 mil milhões de dólares.
No Golfo Arábico, 55% das importações destinam-se ao retalho, num contexto em que a região apresenta a maior taxa de crescimento ‘per capita’ mundial no consumo alimentar.














