Dentro de algumas semanas, espera-se que a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA, na sigla em inglês), órgão que pertence à União Europeia (UE), aprove o consumo humano de insectos comestíveis, tais como larvas, grilos e gafanhotos, de acordo com o ‘The Guardian’.
A decisão provavelmente vai fazer com que estes produtos possam ser vendidos legalmente em toda a UE como um «novo alimento» até ao outono, abrindo oportunidades para a produção em massa de uma variedade de pratos de insectos, vendidos na Europa pela primeira vez, numa altura em que a pandemia de Covid-19 tem provocado falta de alimentos em todo o mundo.
«Estes produtos têm uma boa hipótese de receber luz verde nas próximas semanas», afirma Christophe Derrien, secretário geral da organização industrial da ‘Plataforma Internacional de Insectos para Alimentos e Rações’.
«Acreditamos que estas autorizações serão um avanço para o sector, mas temos tido muita paciência. Está a demorar o tempo necessário, uma vez que são exigidas muitas informações, o que não é mau. Mas acreditamos que assim que recebermos o primeiro alimento novo, a autorização da EFSA terá um efeito de bola de neve», refere citado pelo ‘The Guardian’.
Para a indústria alimentar de insectos, o potencial dos seus produtos, repletos de proteínas, foi contido pela falta de aprovação em toda a UE.














