O primeiro-ministro admite que é necessário reforçar algumas medidas no novo decreto do estado de emergência para dar a garantia que o cumprimento das regras se mantenha. “Vamos ter de apertar um bocadinho as regras”, assegurou António Costa.
Em entrevista no prgrama da Cristina, na SIC, desta quarta-feira, António Costa avançou que vamos ter de ter “medidas mais claras para que as pessoas percebam que não podem andar a circular de um lado para o outro”, disse.
“O vírus não anda sozinho. Somos nós que o levamos. Se nós não formos, ele não vai”, sublinha António Costa.
Neste momento, esclareceu ainda, as “acções da policia têm sido de natureza pedagógica” e que o princípio de pedir às pessoas se mantém, mas que haverá mais polícia na rua nesta nova fase. “Vão ter de estar mais na Páscoa na rua. É muito difícil manter essa disciplina e há o cansaço”.
Além do apertar de regras, mais viradas para a clarificação do papel das autoridades e até onde podem ir com a cobertura da lei, Costa diz que é preciso “tomar uma ou outra medida que não foi tomada”. Algumas até “em sentido contrário”. Em causa está o facto de, disse, “haver tanta gente a abandonar os lares nesta altura”.
A terminar, o primeiro-ministro não quis avançar com uma data para a saída desta crise e admitiu que nada do que acontecerá será bom: “Vamos sair mais pobres e mais frágeis do ponto de vista económico”.







