Nos dias 11, 12 e 13 de julho, o festival de música NOS Alive impulsionou significativamente a economia local.
De acordo com o REDUNIQ Insights, relatório da UNICRE, o setor de retalho alimentar tradicional liderou o crescimento, com um aumento de 67% nas transações face ao mesmo período do festival no ano anterior. A hotelaria e atividades turísticas registaram um aumento de 46%, seguidas pelos hiper e supermercados com 20% e a restauração com 16%.
A faturação também teve um incremento notável de 2%, sendo 92% dessa receita oriunda de transações nacionais. Comparativamente ao NOS Alive de 2023, houve um aumento de 29% na faturação do setor da restauração em Oeiras e um crescimento de 16% nas transações.
Entre os visitantes estrangeiros, a Irlanda, apesar de liderar com 12% da faturação estrangeira, registou uma queda de 24% em comparação ao ano anterior. Em contrapartida, a França destacou-se com um aumento de 31%, representando 9% da faturação estrangeira.
O impacto positivo do NOS Alive estendeu-se ao distrito de Lisboa, onde houve um aumento de 5% nas transações de origem nacional durante os dias do festival, em comparação com a edição anterior. O setor da hotelaria e atividades turísticas cresceu 24% em número de transações, seguido pelo retalho alimentar tradicional com 22% e os hiper e supermercados com 14%.
Em termos de faturação, os setores de retalho alimentar tradicional e restauração em Lisboa cresceram 11% e 9%, respetivamente, quando comparados aos dias 6, 7 e 8 de julho de 2023.













