O presidente interino da Renault, Jean-Dominique Senard, admitiu que existe um «desejo comum de associar os planos estratégicos e um desejo real de tornar a aliança [com a Nissan] um sucesso», reagindo às notícias de que o fabricante de automóveis japonês estaria a considerar separar-se da empresa francesa, avança a “Reuters”.
Senard já havia dito, esta semana, que a aliança Renault-Nissan «não está morta». Agora, reafirma que existe «um conselho que supervisiona a aliança, composto por pessoas favoráveis à parceria» e tenta dissipar as dúvidas de que possa haver um divórcio entre as duas fabricantes automóveis.
O “Financial Times” (FT) noticiou na segunda-feira que a Nissan estaria a fazer planos de contingência para uma possível sutura da aliança com a Renault, após a queda do ex-líder do grupo Nissan e da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, Carlos Ghosn, evidenciando uma tensão forjada há duas décadas, segundo aquele jornal.
Segundo o “FT”, que cita fontes próximas do processo, a Nissan pretende separar os departamentos de Engenharia e Produção e fazer alterações no Conselho de Administração, sobretudo depois da fuga, a 30 de Dezembro, de Carlos Ghosn do Japão, onde deveria ser julgado este ano por delitos financeiros.











