«Se os Estados Unidos responderem, é quase inevitável uma grande guerra (…) e certamente custará a vitória eleitoral de Trump. É melhor parar agora», recomendou o senador russo Alexei Pushkov, citado pelo “The Moscow Times”, referindo-se ao ataque, na terça-feira, com mísseis do Irão a duas bases no Iraque com soldados norte-americanos, em retaliação pela morte do general Qassem Soleimani.
E não foi o único a deixar recados ao líder da Casa Branca. Também Konstatin Kosavech, o responsável pelo comité de assuntos externos da câmara alta do Parlamento russo, referiu que «agora temos de esperar que Washington tenha senso comum para se focar não no ataque, mas no comunicado oficial de Teerão». Kosachev acredita que ainda há uma hipótese «de quebrar o círculo vicioso de violência mútua».
No comunicado, o Irão defende que levou a cabo «medidas proporcionais de autodefesa» e que não pretende que haja uma guerra, mas que se defenderá contra qualquer ataque.
Na sexta-feira passada, após o ataque aéreo norte-americano que provocou a morte de Soleimani, o Minsitério russo emitiu um comunicado onde salientava que «Soleimani serviu fielmente os interesses do Irão. Oferecemos as nossas sinceras condolências ao povo iraniano».














