Afinal, a medida não consta do programa do Governo da Finlândia nem está a ser considerada para o horizonte da legislatura, apurou o “NewsNowFinland” junto de fontes do novo Executivo, liderado há um mês por Sanna Marin.
Esta chegou a ser, de facto, uma ideia proferida pela então ministra dos Transportes, Sanna Marin, há cinco meses, durante um debate informal do seu partido. Na altura, recorreu à rede social Twitter para dizer que pode «parecer uma utopia hoje, mas pode ser verdade no futuro». Todavia, para já, não deverá ser uma possibilidade.
#Työaika:a on lyhennetty viimeisen sadan vuoden aikana työn tuottavuuden parantuessa. Ihmisten tulotaso ja hyvinvointi ovat kohentuneet. Työajan lyhentäminen 8 tuntiin päivässä on ollut #SDP:n keskeisimpiä yhteiskunnallisia tavoitteita. Se on saavutettu. Ihmiset ovat hyötyneet.
— Sanna Marin (@MarinSanna) August 19, 2019
A medida passaria por adoptar uma semana de quatro dias de trabalho com oito horas ou de cinco dias, mas com seis horas de trabalho e não ambas, recordou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros finlandês no Twitter. Fez também notar que esta não foi uma medida proposta por Marin enquanto primeira-ministra.
https://twitter.com/villecantell/status/1214239067392675842







