10 dicas para começar 2020 a poupar

Planeamento é palavra de ordem quando o assunto é poupança. Quem o diz é a Doutor Finanças.

Filipa Almeida

Planeamento é palavra de ordem quando o assunto é poupança. Quem o diz é a Doutor Finanças, empresa especializada em finanças pessoais e familiares e que aponta Janeiro como o momento ideal para começar a preparar 2020.

Segundo o CEO Rui Bairrada, «as resoluções de Ano Novo são comuns a muitas famílias e envolvem, por norma, objectivos que afectam as finanças pessoais». Ao todo, são 10 as dicas apresentadas para que 2020 seja um ano de poupança e gestão financeira de sucesso:



1 – Transferir o crédito habitação

Tendo em conta que, nos últimos anos, as taxas de juro caíram consideravelmente, é provável que a prestação mensal do crédito habitação também tenha vindo a reduzir ligeiramente – a Euribor está em valores negativos desde 2015. Segundo a Doutor Finanças, a esta descida acresce o facto de os bancos terem voltado a conceder crédito habitação com condições mais favoráveis para o cliente, nomeadamente spreads mais baixos.

Para este ano, o conselho passa por aproveitar este dinamismo e obter melhores condições através da transferência do crédito habitação. Esta poupança tem um efeito imediato na prestação mensal, mas também pode permitir poupar muito dinheiro no valor de juros a pagar durante todo o crédito;

2 – Consolidar Créditos

A segunda sugestão é pensada para quem tem vários créditos, desde crédito automóvel a crédito para o computador ou crédito pessoal para férias. Juntar todos num só pode permitir poupar algum dinheiro de forma imediata, uma vez que os encargos mensais diminuem.

A longo prazo, como a taxa de juro é inferior à média das taxas de todos os créditos que se tinha anteriormente, é possível conseguir uma poupança ainda maior se se for amortizando regularmente com base na poupança mensal obtida;

3 – Utilizar um plano de entregas para a sua poupança

«Na Doutor Finanças, uma das regras fundamentais é ‘pague-se a si próprio em primeiro lugar’. O que queremos dizer é que devemos encarar a poupança como um pagamento que fazemos a nós próprios, tal como assumimos o compromisso de pagar a água, a luz e o gás», afirma Rui Bairrada.

O ideal é que este pagamento seja feito logo no início do mês, e não com o que sobra mensalmente. Os bancos apresentam um serviço que promete ajudar nesta tarefa: transfere para outra conta todos os meses, automaticamente, um valor estipulado pelo cliente;

4 – Controlar as despesas e receitas

Existem algumas ferramentas e aplicações que podem ajudar a controlar as finanças pessoais, como por exemplo o Boonzi. Segundo a Doutor Finanças, trata-se de uma aplicação informática que ajuda a manter as finanças em ordem, permitindo visualizar em tempo real a situação financeira em detalhe, os hábitos de consumo, o estado das poupanças ou até definir objectivos mensais a atingir;

5 – Negociar dívidas

O Doutor Finanças sugere que se tente fazer uma renegociação dos créditos que os portugueses considerarem que não conseguirão fazer face adequadamente. Quem tiver dúvidas sobre este assunto poderá consultar o eBook da Doutor Finanças e saber como renegociar prazos, taxas e obter melhores condições. Em alguns casos, a poupança em mensalidades pode chegar aos 60%;

6 – Fazer uso de débitos directos

Os débitos directos são descritos como uma boa ferramenta para manter as contas em dia. Se o valor das despesas fixas for debitado directamente da conta, evitam-se esquecimentos e consequentes taxas adicionais ou coimas a serem cobradas, explica a empresa. Contudo, alerta a Doutor Finanças, deve-se continuar a conferir as facturas e extractos bancários, de forma a evitar o pagamento de débitos directos de serviços que já não estão a ser utilizados;

7 – Analisar os seus seguros

Identificar as necessidades e fazer uma análise das apólices de seguros já existentes é outro dos conselhos. Esta análise é essencial para encontrar o seguro ideal para cada situação;

8 – Falar de finanças em família

A Doutor Finanças propõe ainda que se fale de finanças a dois e/ou em família. É fundamental para o equilíbrio do orçamento, argumenta, acrescentando que despesas e receitas devem ser discutidas, bem como as prioridades de cada pessoa. Desta forma, é garantida justiça nos cortes ou ajustes que possam ser necessários;

9 – Poupar para realizar sonhos

Além de poupar para uma possível emergência, também poderá ser boa ideia poupar para realizar sonhos. Pode ser um jantar num restaurante mais caro ou uma viagem a um destino mais ou menos longínquo;

10 – “Não deixar para amanhã a poupança que pode começar já hoje”

Por fim, não utilizar desculpas para deixar a poupança para depois. Janeiro é mesmo a melhor altura para começar a poupar, pois quando mais cedo for organizado o orçamento, mais cedo se pode começar a colher os frutos.

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