O presidente da Área Metropolitana do Porto (AMP) adiantou hoje que o processo de constituição da empresa metropolitana de transportes já foi enviado para o Tribunal de Contas para apreciação.
“O processo já foi enviado direitinho para o Tribunal de Contas, seguindo agora a tramitação normal”, disse Eduardo Vítor Rodrigues na reunião de hoje do Conselho Metropolitano do Porto.
O também presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto, referiu estar a aguardar que o Tribunal de Contas faça todas as perguntas para, depois, dar o visto.
E acrescentou: “Eu acredito que possa ser um processo mais ágil porque já temos o laboratório de ensaio que foi a empresa metropolitana de Lisboa para ajustar o que percebemos que o Tribunal de Contas pediu que se ajustasse”.
A nova empresa de transportes da AMP – Transportes Metropolitanos do Porto – deverá contar com cerca de 60 trabalhadores, dos quais três administradores, de acordo com um estudo económico-financeiro a que a Lusa teve acesso.
A empresa deverá integrar as valências do TIP – Transportes Intermodais do Porto, o agrupamento complementar de empresas (ACE) que gere o sistema Andante (participado em igual percentagem – 33,3% – pela CP, Metro do Porto e STCP) e as competências da AMP em termos de mobilidade e transportes.
A constituição da Transportes Metropolitanos do Porto vai ainda implicar a criação de dois órgãos consultivos: o Conselho de Mobilidade Metropolitana e o Conselho Consultivo das Tecnologias para a Mobilidade.
O capital social da empresa será de dois milhões de euros, repartidos pelos 17 municípios da AMP.














