A base de clientes da Netflix aumentou para 158 milhões a nível global, de acordo com as contas divulgadas esta segunda-feira, 16. Contudo, confirmam-se os receios dos investidores: a empresa enfrenta um abrandamento do crescimento nos Estados Unidos.
O aumento de novas subscrições deve-se, sobretudo, à aposta da empresa no negócio internacional. Segundo os media internacionais, 90% do crescimento da Netflix vem do outro lado do Atlântico, numa altura de mais concorrência no mercado norte-americano.
Na Europa, Médio Oriente e África (EMEA), por exemplo, os novos clientes mais do que duplicaram desde 2017. Segundo a Netflix, a EMEA regista um aumento de 140% no número de subscritores do serviço de streaming e de 196% ao nível da receita, entre o terceiro trimestre de 2017 até ao terceiro trimestre de 2019.
Na região Ásia-Pacífico, conta com menos de 15 milhões de subscritores, mas regista um crescimento de 211%. Desde 2017, a receita cresceu 229%.
Já na América Latina, a Netflix arrecadou dois biliões de dólares em receitas, provenientes de 29,4 milhões de subscritores em 2019.
Por outro lado, nos Estados Unidos e Canadá, o número total de subscritores do serviço de streaming passou de 58,4 milhões no final de 2017 para de 67,1 milhões até 30 de Setembro. Contudo, este Verão, registou a primeira quebra em oito anos.









