Estas são as 115 companhias aéreas na lista negra da União Europeia

A Comissão Europeia actualizou a lista de companhias aéreas banidas. A STP Airways, que está presente em Portugal, faz parte deste documento.

Executive Digest

A Comissão Europeia actualizou a lista de companhias aéreas banidas: a partir de agora, são 115 as empresas que não podem operar na comunidade, integrando a “EU Air Safety List”, uma espécie de lista negra que conta com companhias como a angolana Sonair, a libanesa Air Lybia ou a nepalesa Buddah Air.

Desta lista faz parte também a STP Airways, que está presente em Portugal através de aviões fretados. A companhia são-tomense opera no aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, apesar de estar banida. Isto porque recorre a aviões da EuroAtlantic, que não é alvo de qualquer restrição.

Segundo explica a comissão, as companhias presentes neste documento não cumprem os padrões internacionais de segurança. Algumas delas estão mesmo banidas da União Europeia, outras estão apenas sujeitas a restrições operacionais.

«A decisão de hoje ilustra os nossos esforços contínuos para oferecer o mais alto nível de segurança. Não só para os viajantes europeus, mas também para os viajantes de todo o mundo porque a segurança na aviação não conhece fronteiras ou nacionalidades», afirma Adina Vălean, comissária europeia para os Transportes.

A comissária sublinha ainda a eliminação de todas as companhias aéreas do Gabão desta lista. Desde 2008 na “EU Air Safety List”, este país africano pode operar no espaço aéreo da União Europeia, uma mudança que reconhece os esforços das companhias aérea do Gabão em corrigir os problemas de segurança.

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Entre as 115 companhias banidas encontram-se empresas de países como Moldávia, República do Congo, Eritreia, Iraque, Afeganistão, São Tomé e Príncipe, Serra Leoa e Sudão, entre outros. Do total, seis integram a lista a título individual, por motivos relacionados com problemas de segurança das próprias transportadoras. As restantes 109 são mencionadas no documento por controlo insuficiente pelas respectivas autoridades nacionais.

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