CGTP sai à rua este sábado em defesa do SNS: saiba os pontos do país que vão ficar marcados pelo protesto

“O Serviço Nacional de Saúde (SNS) é a única garantia de que todos podem ter tratamento igual”, referiu a CGRP. “A sua defesa, exigindo investimento e melhoria das suas respostas, tem de ser uma luta de todos e para todos”, garantiu a CGTP

Francisco Laranjeira

A CGTP vai para a rua este sábado, numa manifestação nacional pelo Serviço Nacional de Saúde. A concentração está marcada para todo o país. Saiba os pontos escolhidos pela entidade sindical.

Aveiro – Hospital de São Sebastião, em Santa Maria da Feira (15 horas)
Beja – Centro de Saúde (10 horas)
Bragança – Praça Cavaleiro Ferreira (10 horas)
Castelo Branco – Centro Hospitalar e Universitário da Cova da Beira (10 horas)
Coimbra – Praça da Cindazunda, Arnado (10h30)
Évora – Largo de Camões (10 horas)
Faro – Mercado municipal (10 horas)
Guarda – Largo Marques da Silva, em Seia (10h30) e Alameda Santo André, na Guarda (15 horas)
Leiria – Rua das Montras, nas Caldas da Rainha (10h30)
Lisboa – Av. Fontes Pereira de Melo (14h30)
Portalegre – Rossio (10 horas)
Porto – Centro de Saúde do Lever, em Vila Nova de Gaia (1’h30), Centro de Saúde de Azevedo, Campanhã (10 horas), Praça São João, em Vila do Conde (11 horas) e Largo do Arquinho em Amarante (15 horas).
Santarém – Jardim da Liberdade (16 horas)
Setúbal – Estação Rodoviária para os Paços do Concelho, em Santiago do Cacém (10h30), e Hospital de São Bernardo, em Setúbal (15 horas).
Viana do Castelo – Praça 1º de Maio (11 horas)
Vila Real – Mercado Municipal em Vila Real (9h30) e Largo do Jardim das Freiras, em Chaves (9h30).
Viseu – ACES Dão Lafões (10h30).



“O Serviço Nacional de Saúde (SNS) é a única garantia de que todos podem ter tratamento igual”, referiu a CGRP. “A sua defesa, exigindo investimento e melhoria das suas respostas, tem de ser uma luta de todos e para todos”.

Assim, a “Jornada Nacional de Defesa e Reforço do Serviço Nacional de Saúde é dirigida a todos os trabalhadores, aos profissionais de saúde e às populações em geral”. “Décadas de política de direita na Saúde, que hoje não é alterada pelas opções do atual Governo PS, traduzem-se no desinvestimento e subfinanciamento do SNS, na falta de valorização dos seus profissionais, nas carências de equipamentos e em falhas na resposta aos utentes”, apontou a CGTP, garantindo que “esta situação só serve os grupos privados de saúde, para onde vai quase metade do Orçamento do Estado para a saúde para promover o negócio da doença”.

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