Putin garante que morreram 71 mil soldados ucranianos desde o início da contraofensiva

Durante um fórum económico em Vladivostok, o presidente russo salientou que a contraofensiva ucraniana não está a dar resultados – “não vamos falar agora sobre se é ou não um fracasso”, apontou – e garantiu que “a Ucrânia está a sofrer muitas perdas”

Francisco Laranjeira

O presidente russo, Vladimir Putin, referiu esta terça-feira que as Forças Armadas de Kiev sofreram 71 mil baixas desde o início da contraofensiva militar nas regiões leste e sul da Ucrânia, no início de junho, sabendo-se que Kiev não apresenta os seus próprios números sobre as respetivas perdas.

Durante um fórum económico em Vladivostok, o presidente russo salientou que a contraofensiva ucraniana não está a dar resultados – “não vamos falar agora sobre se é ou não um fracasso”, apontou – e garantiu que “a Ucrânia está a sofrer muitas perdas”.



Moscovo tem-se esforçado para descredibilizar os esforços de Kiev na reconquista do seu território – tanto Putin como outros membros do seu Governo têm afirmado, em diversas ocasiões, que as armas fornecidas à Ucrânia pelos seus parceiros ocidentais não mudarão o curso do conflito. Putin salientou que a entrega de caças F-16 não terá efeito, servindo apenas para “prolongar” o conflito, segundo indicaram diversas agências de notícias oficiais russas.

Na linha da frente, o Ministério da Defesa russo garantiu hoje que está a repelir os ataques das forças ucranianas na zona de Opitnoye, no oblast de Donetsk, reforçando as “perdas enormes” do lado da Ucrânia.

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