Sabe-se que, até final do corrente, 10% das acções da Ferrari estarão na bolsa, ficando outros 10% nas mãos de Piero Ferrari, filho do fundador da marca do Cavalino Rampante, Enzo. Os restantes 80% ficarão nas mãos dos accionistas da Fiat Chrysler Automobiles (FCA).
Por esse motivo, alguns especialistas recomendam a compra de acções da FCA, antes que ocorra a separação das marcas do grupo e que as acções da Ferrari subam de valor. Para já, não se sabe quanto a FCA pedirá por cada acção da Ferrari, havendo vários formas de analisar o valor de uma empresa, se pensarmos apenas em critérios económicos. No entanto, Marchionne, CEO da FCA, já afirmou que pretende vender a Ferrari “como uma marca de luxo e não como produtora de bens convencionais”.
Partindo daqui, em declarações prestadas durante a apresentação do renovado Fiat 500, Marchionne afirmou que espera que a Ferrari vá para a bolsa a valer cerca de 10 mil milhões de euros. Ora, sendo sabido que a FCA tem uma valor total de cerca de 16.500 milhões de euros, fica-se a saber que, sem a Ferrari, vale cerca de 6,5 mil milhões de euros.














